CAPITÃO ALBINO JOSÉ PINTO COELHO - SÉRIE BIOGRAFIAS
Capitão
Albino José Pinto Coelho: notas biográficas
Pedro Henrique de
Almeida Andrade
Albino
Pinto Coelho (?-1816) foi uma figura bastante conhecida no território dos rios Indaiá
e Abaeté a partir da segunda metade do século XVIII. Fazendeiro e um dos
fundadores de Dores do Indaiá-MG, também foi comandante das ordenanças do distrito
do Espírito Santo do Indaiá (atual cidade de Quartel Geral-MG).[1]
Origens
Albino
Pinto Coelho nasceu na Freguesia de Pitangui-MG, filho do Tenente João Pinto
Coelho (1714-?) e de Maria de São José Sarzedas (?-?). Seu pai era português, nascido
em 1714 na localidade de Cedofeita em Vila Maior, filho de Manoel Pinto
(?-1716) e Joana Coelho (1692-?). Transferindo-se para o Brasil, fixou-se em
Pitangui-MG, onde se casou com Maria de São José Sarzedas. Sua mãe era natural
de Betim-MG, filha de Balthazar Fernandes Sarzedas (1684-1756) e Catharina
Antunes de Carvalho (1715-?), naturais de Portalegre, Portugal. Entre os irmãos
de Albino estavam Elias Pinto Coelho e Joaquina Antunes de Faria.
Alguns
indivíduos de sobrenome Pinto Coelho fizeram parte de uma elite ligada a
propriedades agrárias[2] e cargos militares em
Pitangui ainda no século XVIII como o Coronel Luís José Pinto Coelho, do Regimento
do Termo da Vila de Pitangui, Capitão João Manuel Pinto Coelho e Tenente
Francisco Pinto Coelho da Companhia da Vila de Pitangui e Tenente João Pinto
Coelho, da Companhia da Capela dos Morais (atual Pedra do Indaiá-MG).[3] A relação de parentesco
entre eles ainda precisa ser melhor esclarecida.
Casamento
Albino
casou-se na década de 1790 com Ana Catarina Camargos (?-1817), nascida em
Monsenhor Horta, Mariana-MG, filha de Antônio de Sousa Fernandes (?-1795) e Ana
Maria Camargos. Pela ascendência paterna, Ana Catarina descendia de Manoel João
e Catarina de Souza Fernandes; pela materna, do Sargento-Mor Gabriel da Silva
Pereira e Florência Cardoza de Camargos. Esta última, Florência, era filha do
bandeirante paulista João Lopes de Camargo, que se estabeleceu em Minas Gerais
a partir de 1713 e fora nomeado capitão de uma companhia do terço de auxiliares
de Pitangui no ano seguinte.
Albino
recebeu da sogra, Ana Maria Camargos, como dote de casamento, a quarta parte da
Fazenda dos Cocais, em comum com seus cunhados Manoel de Sousa Fernandes,
Antônio de Souza Fernandes e José de Sousa Fernandes. Albino e a esposa estabeleceram-se
na fazenda, território que expandiram por compra posterior aos cunhados Miguel
José de Espínola (casado com Francisca Sousa Camargos) e Manoel de Sousa
Fernandes. As terras estavam localizadas no Ribeirão dos Cocais, afluente do
Ribeirão dos Porcos, que por sua vez desagua na margem esquerda do Rio São
Francisco, no município de Dores do Indaiá-MG.[4]
Uma
irmã de Albino Pinto Coelho, chamada Joaquina Antunes de Faria, já vivia na
região, onde se casou, na década de 1770, com Amaro da Costa Guimarães. Este
afirmava ser o primeiro povoador dos sertões que viriam a constituir sua
Fazenda Santa Fé, situada no atual território de Dores do Indaiá-MG, onde se
estabelecera por volta de 1745. Próximo dali outro irmão de Albino, Elias Pinto
Coelho, residia na Fazenda do Sobrado, cujas terras se estendiam desde as
cabeceiras do córrego de Nossa Senhora até as fraldas da Serra da Saudade.
Cargos
militares
Por
volta de 1799, Albino foi nomeado pelo governador comandante das ordenanças da
recém-criada Companhia dos Monjolos (atual município de Martinho Campos-MG) e pertencente
à Capela do Espírito Santo do Indaiá.[5] Poucos anos depois, em
1804, já exercia o comando da companhia da própria Capela do Espírito Santo do
Indaiá, cargo que manteve por longos anos.[6]
A
fazenda:
A
sede da fazenda, como demonstram os mapas antigos, localizava-se próxima ao
Ribeirão dos Cocais, no caminho que ligava o rio São Francisco ao povoado de
Dores do Indaiá-MG, distante cerca de seis léguas.[7] O estabelecimento
compreendia morada coberta de telhas, quintal com pomar, rego d’água, moinho
também coberto de telha, monjolo, paiol e outros ranchos cobertos de capim. Pela
fazenda passou, em 1800, a comitiva formada por integrantes do grupo garimpeiro
de Isidoro de Amorim Pereira, associados a membros da cavalaria regular, das
milícias e ao naturalista José Vieira Couto, em direção aos rios Indaiá e
Abaeté. Em 1807, durante as matrículas organizadas pelo Dr. Diogo Pereira
Ribeiro de Vasconcelos, então Caixa da Real Extração Diamantina do Abaeté e
Indaiá, o Capitão Albino declarou residir havia anos em sua fazenda denominada
“Os Cocais”, onde vivia da lavoura e da criação de gado com a esposa, oito
filhos e vinte e seis escravizados.[8] De fato, Albino forneceu,
em diversas ocasiões, milho, feijão e carne para o abastecimento das tropas
diamantinas.
Para
o transporte de cargas e mantimentos, a fazenda dispunha de carros de boi e de
um carretão. O guarda-roupa e os bens de uso pessoal do proprietário denotavam
sua posição social e patente militar, destacando-se uma farda de pano fino
adornada com galão e dragonas de ouro, além de uma banda carmesim e de um
chapéu de Braga de copa alta. Entre as vestes cotidianas e tecidos, constavam
um jaleco de ganga, calças, peças de baetão e um vestido de pano fino.[9]
O
mobiliário doméstico e os bens de quarto e mesa incluíam cama com respectivo
aparelho de algodão, toalha de mesa, catres, mesa, banco, tamboretes,
canastras, um baú e um oratório com assento destinado às devoções domésticas. A
sofisticação dos arreios e montarias evidenciava-se pelas esporas de prata e
pelos selins equipados com coxins de veado, onça-pintada e veludo. A produção
têxtil interna é comprovada pela presença de rodas de fiar e de um tear.[10]
A cozinha e a administração da casa eram guarnecidas por utensílios de cobre, estanho, ferro, lousa e vidro, entre os quais se destacavam tachos, candeias para iluminação, chocolateiras, colheres de cobre, pratos de estanho, panelas de ferro, além de tesoura de alfaiate e ferramentas indispensáveis ao trabalho, como machados, foices, enxadas, alavancas e balanças. Havia ainda frascos e garrafas de vidro, canecas, pratos de lousa, pires e tigelas. A higiene pessoal realizava-se em um gamelão de banho. O patrimônio pecuário incluía nove cabeças de gado, quatorze cavalares, cento e dez porcos e sete ovelhas.[11] O conjunto de bens e utensílios revela um padrão material relativamente sofisticado para os sertões do Indaiá e Abaeté no início do século XIX, evidenciando a posição de destaque ocupada por Albino Pinto Coelho na sociedade regional, refletida no montante de seu patrimônio, avaliado em pouco mais de quatro contos de réis.
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| Reconstituição por IA da sede da Fazenda Cocais, a partir de uma pintura da família de Haydée Telles. |
Escravidão
Como
reflexo da brutalidade do sistema escravista, um tronco de prisão com dobradiça
fazia parte dos bens da fazenda. A força de trabalho que sustentava a propriedade
era composta por 24 pessoas escravizadas, cujas identidades registradas eram:[12]
- Homens
e jovens: Brás Crioulo
(36 anos), Eduardo Crioulo (16 anos), Geraldo Crioulo (25 anos), Daniel Crioulo
(41 anos), Manoel Benguela (60 anos), Adão Crioulo (20 anos), Marcelino Crioulo
(16 anos), Simão Benguela (40 anos), Cirilo Crioulo (14 anos), Apolinário Mulato
(16 anos), e João Mufando (33 anos).
- Mulheres: Joana Munjola (36 anos, descrita
como esposa de João Mufando), Josefa Crioula (30 anos), Joaquina Mulata
(30 anos), Catarina Crioula (aproximadamente 20 anos) e Maria Crioula (60
anos).
- Crianças
e bebês: Zacarias Crioulo
(2 anos), Fortunato Crioulo (2 meses), Simplício Crioulo (1 ano),
Selistrina Mulata (4 anos), Silvana Mulata (3 anos), Josefina Mulata (2
anos), Eva Crioula (5 anos) e Romana Crioula (5 anos).
O
documento registra ainda uma transação econômica e de crédito envolvendo um dos
cativos do casal: o escravizado Manoel Ribeiro Benguela, de cerca de 60 anos,
pertencente ao capitão e sua esposa. Segundo consta no inventário, Manoel havia
alugado dois bois ao casal, que lhe permanecia devedor da quantia de 24 mil
réis, valor então reclamado pelo próprio cativo no inventário.[13]
O
episódio revela aspectos importantes das relações de trabalho e dependência no
interior das propriedades rurais do sertão mineiro. Embora submetidos à
violência estrutural do regime escravista, alguns cativos podiam desenvolver
pequenas atividades econômicas, possuir animais, acumular pecúlio e estabelecer
relações de crédito, inclusive com os próprios senhores. Tal situação evidencia
formas complexas de negociação cotidiana e relativa autonomia econômica,
exercidas nos estreitos limites impostos pela escravidão.
Participação
na fundação de Dores do Indaiá
Sobre
a fundação de Dores do Indaiá, o historiador Waldemar de Almeida Barbosa
registrou que nos últimos anos do século XVIII, um grupo de fazendeiros
decidiu-se a levantar a capela que deu origem ao povoado, entre eles, o Capitão
Albino José Pinto Coelho e seu cunhado Antônio de Souza Fernandes.[14] O Barão de Eschwege, que
visitou o povoado em 1816, registra que o crescimento do arraial deu-se devido ao
cultivo do algodão, mas o que mais favoreceu o povoamento foi o estabelecimento
de destacamentos de milícia nas redondezas.[15]
Morte:
O
ano de 1816 revelou-se particularmente trágico para o capitão Albino e sua
família. Naquele período, os afluentes do rio São Francisco na região eram
conhecidos pela elevada incidência de febres intermitentes, muito provavelmente
associadas à malária, enfermidade recorrente nos ambientes ribeirinhos e
alagadiços do sertão mineiro. Em 1º de setembro faleceu sua filha Maria; em 14
de setembro, sua escravizada Leonarda; e, no dia 26 do mesmo mês, pereceu o
próprio Albino.[16]
Foram sepultados na Antiga Matriz de São Sebastião, em Dores do Indaiá. No dia
26, a propriedade seria visitada pelo Barão de Eschwege, que deixou registros
sobre o capitão.
“Quando, em fins de
setembro, tornei a atravessar a região, pretendia pernoitar na fazenda do
capitão Albino, mas este havia falecido no mesmo dia de minha chegada, vitimado
pela febre maligna. Poucos dias antes, um filho e uma filha, além de três
escravos haviam tido o mesmo destino. Ameaçados de morte estavam a viúva, o
filho restante e vários escravos. A doença invadira a fazenda como uma peste.
Apressei-me, portanto, a sair da fazenda, sugerindo a transferência dos doentes
para local mais elevado, com o fim de salvar o resto da família. Mais tarde,
fiquei sabendo que o meu conselho fora seguido, o que evitou novas mortes.”[17]
Embora
o testemunho de Eschwege seja de grande valor para a compreensão do episódio, é
provável que o naturalista tenha incorrido em imprecisão quanto ao número de
mortos. Os registros de óbito da freguesia de Dores do Indaiá indicam apenas os
falecimentos anteriormente mencionados, não havendo referência documental ao
falecimento de um filho homem e de outros escravizados, como sugerido em seu
relato.
Eschwege
acreditava que os cursos d’água da região transportavam, em maior ou menor
intensidade conforme o ano, os agentes responsáveis pela chamada “febre
maligna” até o rio São Francisco. Tal enfermidade era então conhecida como
maleita, denominação empregada para designar febres intermitentes recorrentes,
hoje geralmente associadas à malária. Segundo as observações da época, a doença
costumava iniciar-se com intensos calafrios, seguidos de febre elevada, podendo
evoluir para um quadro prolongado de debilidade, torpor e graves distúrbios
gastrointestinais.
Descendência
Do
casamento entre Albino Pinto Coelho e Ana Catarina Camargos nasceram:
1. Justa Rufina de Camargos (?-?) c.c com
Manoel Gomes Lamounier;
2. Albino José Pinto Coelho (?-?);
3. Maria (?-1816), morreu de malária;
4. Balthazar Fernandes Sarzedas (1796-?)
c.c Maria Luísa Brandão;
5. Manoel Pinto Coelho (1798-1869) c.c
Florisbela Marilis Teixeira;
6. Elias Pinto Coelho (1800-1828), solteiro;
7. João Pinto Coelho (1804-1879) c.c Justa
de Deus Vieira;
8. Venâncio (?-1809), falecido ainda
criança;
9. Antônio Pinto Coelho (1808-1858) c.c
Josefa de Deus Vieira;
1 Cândido Pinto Coelho (1812-?).
![]() |
| Recibo referente a compra de algodão assinado por Albino José Pinto Coelho em 1814. |
Esclarecimento
Genealógico
Carlos
Cunha Côrrea, autor do livro Serra da Saudade, aventou a possibilidade
de haver vínculo familiar entre o Barão de Cocais e os Pinto Coelho de Dores do
Indaiá, em razão da coincidência entre os sobrenomes e da toponímia das
respectivas fazendas. Todavia, a hipótese não encontra sustentação documental,
tratando-se, ao que tudo indica, de mera coincidência.[18]
A
linhagem do Barão de Cocais é outra e remonta a Antônio Caetano Pinto Coelho, descobridor
das minas de Itajubá. Natural da província do Minho, em Portugal, esse
português veio para o Brasil como capitão-mor da Capitania de Itanhaém, com
patente datada de 17 de maio de 1717. Foi ainda responsável, às suas próprias
expensas, pela abertura do caminho e pelo descobrimento das minas de Itajubá,
região onde consolidou sua atuação.
| Trecho de um mapa feito pelo cartógrafo militar Apolinário Caldas, membro da expedição de 1800, mostra a fazenda Cocais com o nome de seu dono, "Albino". |
Trecho do mapa "Carta da Nova Lorena Diamantina", de 1801, com a Fazenda "Cocaes". Esse mapa foi feito após a expedição de 1800.
Conclusão
O estudo da biografia dos personagens coloniais do sertão dos rios Indaiá e Abaeté é uma ferramenta para a compreensão da formação da sociedade e cultura locais, bem como dos processos que culminaram na configuração atual do território. Nesse contexto, destaca-se o papel das tecnologias de digitalização, que permitem uma ampla análise de documentos como inventários e outros processos judiciais.
Agradecimentos
Essa pesquisa é parte do IN2PAST.BR, o INCT sobre Patrimônio Cultural e Natural com verba do CNPq (APQ 406864/2022–5) e FAPEMIG (APQ 04006–24). Agradecemos a Fabrício Rodrigues do Santos, coordenador do projeto e a Israel de Jesus Borges, do Instituto Histórico de Pitangui-MG.
[1]
ANDRADE, Pedro Henrique de Almeida. Nova Lorena Diamantina: história e
memória de Cedro do Abaeté. Clube de Autores, 2025.
[2]
O Tenente Francisco Pinto Coelho era
proprietário de uma sesmaria no Ribeirão do Ouro em 1765, o Coronel Luís José
Pinto Coelho no Paraopeba em 1760 e o Capitão de Milicias João Manoel Pinto
Coelho no sítio do Pacheco e na roça Deus te Livre do Rio do Peixe, em 1761.
Todas essas propriedades ficavam no Termo da Vila de Pitangui.
[3]
APM SC SG, Cx. 10, D. 10 – informação de serviço do Coronel Luís José Pinto
Coelho sobre a impossibilidade de ir até a Vila do Sabará receber as ordens,
pois seu estado de saúde é precário e sobre o envio do mapa do regimento.
Arraial da Onça, 29 de abril de 1780.
[4]
IHP – Inventário do Capitão Albino José Pinto Coelho. Inventariante Ana
Catarina Camargos Cx. 060/004, 1816.
[5]
AHU ACL CU 011, Cx. 154, D. 9 (1) – Requerimento de Albino José Pinto, pedindo
carta patente de confirmação do posto de capitão da companhia de ordenança no
distrito dos Monjolos da Capela do Divino Espírito Santo do Indaiá,
dividindo-se da antiga pelo Rio de São Francisco, do termo da Vila de Pitangui,
3 de outubro de 1800.
[6]
APM CC, Cx. 94, D. 20359 – Requerimento de Teodósio Soares Cardoso sobre as
medidas para o combate aos roubos de terra, 1802.
[7]
APM PP – Mapa da região do rio São Francisco e a mata da Corda. PP – 010.
CALDAS, Apollinario de Souza.
[8]
APM SC SG, Cx. 71, D. 23 – Bilhete de licença para residir no Quartel Geral do
Indaiá, enquanto convier aos reais interesses, passado a Albino José Pinto
Coelo, morador na sua fazenda dos Cocais e matriculado nos livros da extração,
para residir com sua família e escravos no Quartel Geral do Indaiá, enquanto
convier aos reais interesses. 03/10/1807.
[9]
IHP – Inventário do Capitão Albino José Pinto Coelho. Inventariante Ana
Catarina Camargos Cx. 060/004, 1816.
[10]
IHP – Inventário do Capitão Albino José Pinto Coelho. Inventariante Ana
Catarina Camargos Cx. 060/004, 1816.
[11] IHP – Inventário do Capitão Albino José Pinto Coelho. Inventariante Ana Catarina Camargos Cx. 060/004, 1816.
[12]
IHP – Inventário do Capitão Albino José Pinto Coelho. Inventariante Ana
Catarina Camargos Cx. 060/004, 1816.
[13] IHP – Inventário do Capitão Albino José Pinto Coelho. Inventariante Ana Catarina Camargos Cx. 060/004, 1816.
[14]
BARBOSA, Waldemar de Almeida. História de Dores do Indaiá. Dores do
Indaiá: Prefeitura de Dores do Indaiá, 1985.
[15]
ESCHWEGE, Wilhelm Ludwig von. Brasil, novo mundo. Trad. Domício de
Figueiredo Murta. Estudo Crítico: João Antônio de Paula. Belo Horizonte:
Fundação João Pinheiro, 2001.
[16]
BRASIL, Minas Gerais. Registros da Igreja Católica, 1706-1999. Dores do Indaiá,
Nossa Senhora das Dores. Óbitos, 1805-1850. Disponível em:
https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-859R-WH?cc=2177275&wc=M5FZ-W3D%3A370117501%2C369589902%2C370856601:
22 May 2014/>. Acesso em: 09 de junho de 2026.
[17]
ESCHWEGE, Wilhelm Ludwig von. Brasil, novo mundo. Trad. Domício de
Figueiredo Murta. Estudo Crítico: João Antônio de Paula. Belo Horizonte:
Fundação João Pinheiro, 2001.
[18] CORRÊA,
Carlos da Cunha. Serra da Saudade. Belo Horizonte: [s. n.], 1948.




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